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Microrrevestimento Asfáltico a Frio II

GENERALIDADES:

Microrevestimento Asfáltico a Frio combina a tecnologia dos asfaltos modificados com copolímeros de última geração com as vantagens da fácil aplicação, rápida cura das emulsões de ruptura controlada, resultandona  liberação ao tráfego quase imediata.

O desenvolvimento das emulsões asfálticas catiônicas, a partir da década de 60, trouxe vantagens indiscutíveis para a evolução destas técnicas, principalmente pela facilidade de aplicação em temperatura ambiente, baixo custo de transporte e estocagem, elevado envolvimento e adesividade do ligante aos agregados úmidos, bem como a possibilidade de combinar grandes volumes de produção com baixo risco de poluição ambiental.

Durante a segunda metade dos anos 70, paralelamente ao uso corrente e já consagrado das técnicas de tratamento de superfície tradicionais, um novo sistema derivado da lama asfáltica, porém com emprego muito mais amplo, surgiu na América do Norte, denominado "micro-surfacing" e, na Europa, recebendo a nova terminologia de "micaf" (microconcreto asfáltico a frio). Estas qualidades somadas resultam em um sistema alternativo de alto desempenho, durável e econômico em termos de custo/benefício para prolongar a vida útil dos pavimentos.

Devido às solicitações impostas pelo tráfego e à ação dos agentes atmosféricos (ar, sol, água), o ligante asfáltico sofre um processo de envelhecimento, tornando­-se rígido e quebradiço. Ao longo do tempo, ocorre a perda do material pétreo no revestimento e a formação de trincas, com a conseqüente deterioração do pavimento.

Quando a superfície do pavimento (revestimento) perde parcialmente ou totalmente suas características originais, mas ainda conserva uma aceitável capacidade estrutural, é extremamente importante a aplicação de um programa de manutenção para aumentar a vida útil da rodovia.

No Brasil, com o advento das concessões de rodovias, inicialmente no sul e sudeste do país, à partir de meados de 1995, novas tecnologias tem sido adotadas com sucesso para a conservação ou melhoramentos dos pavimentos asfálticos, através de superposição com novas camadas, objetivando a reabilitação da superfície de rolamento, implementando fatores para a segurança do usua´rio, com o emprego de materiais pétreos de melhor qualidade e de granulometrias diferenciadas, nas composições de misturas asfálticas com o emprego de asfaltos modificados (melhorados) por polímeros (borracha sintética), resultando em maior vida útil dos pavimentos .

Entre as novas tecnologias implantadas, normatizadas em especificações brasileiras com o emprego de asfaltos/ polímeros, a de Microrrevestimento Asfáltico a Frio, tem sido adotada usualmente nos serviços de micro-recapeamento das rodovias concessionadas e em franca implantação, em rodovias federais, estaduais e prefeituras em vias urbanas.

A tecnologia do microrrevestimento asfáltico a frio, com o emprego de emulsões asfálticas modificadas por polímeros, contemplada por especificações brasileiras e ISSA / internacional, onde são determinadas as características dos materiais empregados e procedimentos de execução, visam garantir a qualidade do serviço a ser realizado.

CONCEITOS SOBRE O MICROREVESTIMENTO ASFÁLTICO:

Microrrevestimento é uma camada delgada de excelentes qualidades mecânicas, aplicado a frio, em uma ou mais camadas de até 15 mm de espessura, sobre pavimentos que, embora ainda conservem propriedades estruturais adequadas, necessitam a restauração da superfície de rolamento com desgaste médio a elevado ajudando na impermeabilização do corpo do pavimento.

O sistema tem um alto desempenho e é composto por uma mistura de:

.  Agregados Minerais -  de alta qualidade com até 12 mm de diâmetro, cuja granulometria mais grossa proporciona uma macrotextura com excelentes propriedades antiderrapantes;

. Micro (RC-1C-E) - emulsão asfáltica catiônica especial, cujas propriedades superiores são traduzidas pelas características elásticas em baixas e altas temperaturas, menor suscetibilidade térmica, elevado poder de adesão x coesão e resistência ao envelhecimento;

.  Filler Mineral -  que atua como agente tixotrópico , melhorando a coesão final do sistema,

. Petrodope WV- aditivo químico líquido, especialmente formulado para regular o processo de ruptura & cura do sistema, possibilitando a aceleração da abertura ao tráfego, independente das condições climáticas.

. Fibras (opcionais)- utilizadas para aumentar a flexibilidade e a resistência mecânica do sistema retardando a propagação das trincas do revestimento antigo;

Nota: Estudos realizados em épocas anteriores, sobre os materiais, não caracterizam as reais condições dos mesmos, sendo extremamente necessário novos estudos, no momento de realização dos serviços.

EQUIPAMENTO / APLICAÇÃO:

O microrrevestimento asfáltico a frio é aplicado com um equipamento específico, denominado de usina móvel de micro, constituído de silos de agregados, de filler, de fibras, tanques de emulsão, de água e de aditivo líquido, um misturador de eixo duplo e paletas (pug-mill), montados sobre chassi, e uma caixa distribuidora dotada de eixos helicoidais para promover a constante homogeneidade da mistura asfáltica em seu estado fluido.

A ausência desta misturação (complementar) junto à caixa distribuidora pode promover a ruptura da emulsão asfáltica (fenômeno denominado “ruptura por inércia”), impossibilitando a aplicação da mistura asfáltica.

  

CUSTO BENEFÍCIO

- O preço do serviço situa-se entre a lama asfáltica convencional e a capa delgada de concreto usinado a quente de 3 cm;

- Substitui a capa fina de reperfilamento 1,5 a 2,0 cm de espessura de usinado a quente utilizada com pouco êxito.

- No caso, de um pavimento asfáltico em condição adequada de suporte estrutural, a aplicação de microrrevestimento substitui um custoso recapeamento com concreto usinado a quente.

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